ANÁLISE DE TEXTOS

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Como fazer uma resenha crítica

Numa época em que é necessário ser poliglota na própria língua para comunicar bem nossas ideias, compreender as características dos diversos gêneros textuais é um saber necessário para ler bem os vários textos que uma prova de vestibular pode trazer. Dentre os tipos de redação técnica, a resenha critica é das mais úteis, pois avalia, de modo sintético e preciso, a importância de uma obra científica, de um texto literário ou de uma manifestação artística (cinema, teatro etc.). O objetivo da resenha crítica é oferecer ao leitor os dados necessários para que ele possa decidir quanto à maior ou menor importância do objeto da resenha e do interesse em ler a obra ou assistir ao espetáculo. A resenha deve, para esse fim, conter um resumo das informações, avaliar essas informações e a forma em que foram aproveitadas e justificar a avaliação feita, com base no objeto estudado.

como fazer uma Resenha

Sentimento do Mundo – questões e gabarito

Neste artigo vamos ver algumas questões publicadas nos mais diversos vestibulares brasileiros. Todas elas se referem a um livro específico chamado Sentimento do Mundo e  foi escrito por Carlos Drummond de Andrade. Este é o paradidático que meus alunos leram neste bimestre e esta coletãnea de exercícios é uma forma de ajudá-los a observar aspectos importantes da obra.

sentimento-mundo-drummond

O Sentimento do Mundo, de Carlos Drummond de Andrade – questões e gabarito

Gabarito dos exercícios de Coesão Textual

Neste artigo trago para vocês o gabarito dos exercícios que publiquei no post 10 exercícios de coesão textual. Esta é uma seleção de exercícios que foi divulgda recentemente pelo Guia do Estudante como material de apoio para estudantes que estão se preparando para o vestibular e para o Enem. Caso queira ver os exercícios antes de copiar o gabarito para si, visite este link.

coesão e coerência textuais

Gabarito dos exercícios de coesão

1. a) O máximo que se pode depreender é que a fala de Hagar começa com uma resposta negativa "Não sei” a uma possível pergunta. Logo a seguir, ele próprio faz uma pergunta (O que é inferior a uma escrava?). Assim, fora de contexto, o quadrinho não significa quase nada. Para interpretar o sentido dessa fala, precisaríamos imaginar um contexto em que ela adquirisse algum sentido.

b) A resposta implícita é: eu não sei dar o nome do que eu sou nessa casa, mas sei que sou alguma coisa inferior a uma escrava. O efeito de humor está exatamente no fato de Hagar declarar-se inferior à sua mulher, contestando as razões de sua reclamação.

2. C

3. a) Sim, já que o cumprimenta, chamando-o pelo nome.

b) Ao contrário, moça é um tratamento anônimo, distante, despersonalizado e pouco polido.

c) Francamente, não. Com essa cabeleira tão vasta, qualquer que fosse o penteado, Lady Godiva seria inconfundível.

4. D

5. a) De modo algum. Na tirinha, a frase de Hagar soou como desculpa, como disfarce. Nesse outro caso, funciona como um elogio, uma demonstração de atenção e elegância.

b) Isso se explica pelo fato de que, num texto, o sentido de uma frase não é autónomo, não é independente. O significado de uma parte depende das outras, partes com as quais ela se combina. Assim, uma mesma frase pode alterar completamente o sentido se a combinarmos com frases diferentes.

6. Princípio vem traduzido por nascimento; e fim, por morte.

7. a) Primeira e segunda.

b) À palavra considerações.

c) Em vez de usar essas duas palavras, o narrador conseguiria o mesmo efeito se usasse: uma e outra.

8. a) Trata-se de um método diferente do uso vulgar, que consiste em começar as memórias pelo nascimento.

b)   Afetaria profundamente, tornando-o até mesmo contraditório. Se a campa, isto é, o túmulo, foi para ele um novo berço, então ele é um defunto que começa a ser autor, e não um autor que acabou de morrer. Só nessa interpretação é que faz sentido dizer que ele preferia iniciar suas memórias pelo fim (pela morte), pois é aí que ele começa a se tornar um autor.

c)   Foi o berço (o início) do nascimento para a vida, diferente do berço que marca seu nascimento como autor das suas memórias depois da morte.

d)   Refere-se ao método adotado pelo narrador para relatar suas memórias, isto é, começar pelo fim da vida e não pelo início dela.

9. Eu hesitei. Eu devia abrir. Eu poria.

10.   a) Quem, no caso, remete-nos a defunto autor.

b) Não, pois autor defunto indica aquele autor que morreu, para o qual a campa foi de fato o fim e não o berço.

Humanismo – resumo e exercícios

O Humanismo é um período que nos deu alguns dos mais belos textos da Literatura. Como viver sem “O Auto da Barca do inferno”? Sim, eu sei que você sobreviveria, mas não podemos negar que é uma verdadeira obra prima. Além desse, Camões é unanimidade. Tudo bem que muitos ainda pensam que foi o Renato Russo que escreveu “o amor é um fogo que arde sem se ver”, mas nós todos sabemos que não foi. Aqui trago um panorama geral do período e, além disso, alguns exercícios cujo gabarito disponibilizarei para os assinantes da newsletter.

Por falar nisso, ainda neste mês desativarei o feed aqui do blog. Não há razão mais para mantê-lo visto que somos milhares de pessoas recebendo a newsletter com aquilo que de melhor é publicado aqui. Ou seja, reforço que você, logo logo, terá apenas a opção de recber os e-mails aqui do blog por meio da newsletter que pode ser assinada no final deste artigo ou na coluna lateral do blog.

HUMANISMO - A literatura no século XV e início do XVI

  • Humanismo: preparação para a Renascença dos séculos XV e XVI. Em Portugal, sustentou-se no tripé representado pela historiografia de Fernão Lopes, na poesia palaciana compilada por Garcia de Resende no Cancioneiro geral e, principalmente, no brilhante teatro de Gil Vicente.
  • Prosa historiográfica: crônicas redigidas por Fernão Lopes (o "guardador das escrituras" da Torre do Tombo), que relatam os feitos históricos dos primeiros reis da dinastia de Avis.
  • Fernão Lopes, cronista-mor do reino: como tabelião oficial, descrevia os sucessivos reinados, opinando e selecionando com critério os materiais incluídos. Partia de uma visão intuitiva para desenvolver uma análise dos acontecimentos, com destaque para a participação do povo.
  • Poesia palaciana: poemas compostos em "medida velha" (redondilhas de cinco e sete sílabas) para o prazer da leitura e declamação, sem acompanhamento musical.
  • Temas explorados: contato com a natureza, deslumbramento com a vida na Corte, tristeza amorosa, ganância mercantil e decadência dos costumes.

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